Um homem nem sempre esquece quem um dia amou...
Ainda não acredito no que aconteceu hoje. A minha pele ainda está arrepiada. Continuo com um semblante transtornado, confuso, perturbado. Não sei o que deva sentir depois do teu telefonema. Não sei ainda muito bem porque o fizeste, nem quais eram as tuas verdadeiras intenções. A verdade é que tudo quanto o que disseste me parecia real e sentido, como se fosse o teu coração a vociferar cada uma das palavras... Mas continuo confusa. Perturbaste-me! Mas sempre assim foi, não é?! Desde aquela mensagem há tanto, tanto tempo que abalaste o meu mundo, o meu coração e a minha alma. Temo dizer que talvez me tenhas abalado para sempre. Temo que nunca te venha a esquecer. Temo que nunca te queira esquecer.
De todas as histórias que aquele Senhor não quis que se prolongassem por muito tempo, a tua, a nossa foi talvez a mais bonita, a mais estranha também... a que ficou em aberto, sem fim, mas também sem continuação! Já falei de ti aqui, de nós... Uma paixão repentina e arrebatadora, iluminada pelas luzes amarelas da Ribeira do Porto. Uma paixão que não pôde viver.
Se soubesses as vezes que penso em ti? Já me perguntei aqui, se tu ainda pensarás em mim... uma vez de vez em quando que seja...
Hoje tive a resposta!
Uma resposta que me fez crer que nem sempre a distância é sinónimo de esquecimento. Hoje provaste-me que o 'nosso' não foi apenas uma aventura inconsciente. Provaste que te lembras de mim... mas que te falta a coragem para voltar a ligar-me... nem que seja para me perguntar se está tudo bem comigo... porque, afinal, isso seria muito pouco, quase nada, entre duas pessoas que se amaram sem barreiras nem limites, mas às quais a vida foi madrasta.
O meu corpo estremeceu ao escutar e reconhecer a tua voz... grave, quase sussurrante. Não precisaste pedir perdão por nunca mais me teres ligado. Há coisas que ficam explicadas implicitamente. Consegui ver o teu rosto luminoso à minha frente enquanto falavas comigo. E consegui sentir o teu perfume inesquecível e... e... e... e o que me falta em palavras sobra-me em emoções estranhas e díspares que me têm assolado o corpo e a alma desde que me ligaste.
Foste inoportuno, foste perturbador, foste quase cruel por teres abalado e transtornado os meus dias de tranquilidade... Mas foste um carinho, uma ternura, uma festa doce e meiga como sempre soubeste ser... uma flôr única e especial, pela qual nos apaixonamos sempre que a vemos, ou simplesmente quando sentimos o seu aroma perfeito.
Apesar de tudo deste-me fôlego. Fizeste-me crer no amor que um dia sentímos. Deste-me esperança que há coisas e pessoas que um dia chegam à vida de um homem e ali permanecem para sempre... por mais mulheres que ele conheça, por mais experiências que ele partilhe, por mais anos que ele viva.
Ainda estou perturbada e sei que vou continuar assim por algum tempo... foi muito forte! Regressaste do nada... mas ainda bem que regressaste. Estou transtornada mas feliz. Feliz por saber que não te esqueceste de mim. Que a paixão pode ter passado, mas que eu continuo a ocupar um lugar em ti... um lugar especial. Obrigada, HS.
De todas as histórias que aquele Senhor não quis que se prolongassem por muito tempo, a tua, a nossa foi talvez a mais bonita, a mais estranha também... a que ficou em aberto, sem fim, mas também sem continuação! Já falei de ti aqui, de nós... Uma paixão repentina e arrebatadora, iluminada pelas luzes amarelas da Ribeira do Porto. Uma paixão que não pôde viver.
Se soubesses as vezes que penso em ti? Já me perguntei aqui, se tu ainda pensarás em mim... uma vez de vez em quando que seja...
Hoje tive a resposta!
Uma resposta que me fez crer que nem sempre a distância é sinónimo de esquecimento. Hoje provaste-me que o 'nosso' não foi apenas uma aventura inconsciente. Provaste que te lembras de mim... mas que te falta a coragem para voltar a ligar-me... nem que seja para me perguntar se está tudo bem comigo... porque, afinal, isso seria muito pouco, quase nada, entre duas pessoas que se amaram sem barreiras nem limites, mas às quais a vida foi madrasta.
O meu corpo estremeceu ao escutar e reconhecer a tua voz... grave, quase sussurrante. Não precisaste pedir perdão por nunca mais me teres ligado. Há coisas que ficam explicadas implicitamente. Consegui ver o teu rosto luminoso à minha frente enquanto falavas comigo. E consegui sentir o teu perfume inesquecível e... e... e... e o que me falta em palavras sobra-me em emoções estranhas e díspares que me têm assolado o corpo e a alma desde que me ligaste.
Foste inoportuno, foste perturbador, foste quase cruel por teres abalado e transtornado os meus dias de tranquilidade... Mas foste um carinho, uma ternura, uma festa doce e meiga como sempre soubeste ser... uma flôr única e especial, pela qual nos apaixonamos sempre que a vemos, ou simplesmente quando sentimos o seu aroma perfeito.
Apesar de tudo deste-me fôlego. Fizeste-me crer no amor que um dia sentímos. Deste-me esperança que há coisas e pessoas que um dia chegam à vida de um homem e ali permanecem para sempre... por mais mulheres que ele conheça, por mais experiências que ele partilhe, por mais anos que ele viva.
Ainda estou perturbada e sei que vou continuar assim por algum tempo... foi muito forte! Regressaste do nada... mas ainda bem que regressaste. Estou transtornada mas feliz. Feliz por saber que não te esqueceste de mim. Que a paixão pode ter passado, mas que eu continuo a ocupar um lugar em ti... um lugar especial. Obrigada, HS.

9 Comments:
At Setembro 02, 2005 10:33 PM,
Muse said…
é sempre bom sentirmos q alguém q foi e que ainda é mto importante para nós, q nos marcou profundamente, pensa em nós, q não nos esqueceu e q, por esse motivo, nós tb marcamos essa pessoa!!! É tão bom!!!
At Setembro 02, 2005 11:42 PM,
Barbara said…
la femina...
É tão doloroso qto apaixonante a perturbação que eles, quando regressam, nos provocam...
Espero que o regresso não te abale ao ponto de te fazer sofrer...lembro-me bem dos teus anteriores post's acerca desta paixão!!!
Cuidado...ok? Se me permites aconselhar-te!!
bjs grds
At Setembro 03, 2005 1:28 AM,
JOSHUA said…
Hola femina, gracias por visitar mi blog... Bueno, no sé bien qué decirte... Yo vivo en España pero no soy de aquí... Soy de Venezuela... Mientras escribo esto me da risa...
En fin, espero que estés muy bien y vuelve cuando quieras... ¿En qué psarte de Portugal estás?
At Setembro 03, 2005 1:53 AM,
la femina said…
barbara, minha querida irmã, melhor que ninguém me podes dar esses conselhos, afinal as nossas histórias quase se tocam com tantas semelhanças! Este regresso não trouxe a paixão de outros tempos, mas antes algo mais calmo embora perturbante. O que me reconforta é saber que ele não me esqueceu... que eu não fui descartável! É estranho definir, mas é como se ele viesse para apaziguar uma zona confusa de dúvidas. Mas já não há aquele fogo, nem da parte dele nem da minha. Ficou o carinho e isso é talvez o mais importante!
;)
At Setembro 03, 2005 1:53 AM,
la femina said…
muse
é um sentimento verdadeiramente bom e reconfortante. no fundo sentimo-nos especiais e isso dá-nos uma certa alegria... de viver, de continuar!
;)
At Setembro 03, 2005 1:55 AM,
la femina said…
olá carmela. gracias! eu vivo no norte de portugal. e confessa que o que começou por me fascinar foi mesmo a língua e embora na Venezuela haja um sotaque diferente, a melodia das palavras está lá!
;)
At Setembro 03, 2005 3:34 AM,
Barbara said…
La femina...
É verdade...as nossas histórias desde o inicio que se tocam!! Ainda bem q m "autorizas" a meter-me na tua vida!!Lol
Sei bem o quase "alivio" que se sente por sabermos que as coisas não tiveram só importância do "lado de cá"!! É bom sentirmos que fomos muito mais do que aquelas horas, dias...que ainda nos mantemos lá dentro, mesmo quando até era mais fácil para eles, não estarmos!!
Entendo-te ta,bém qd falas de dúvidas...melhor não tê-las, certo??
bjs mts mts mts
At Setembro 04, 2005 1:58 AM,
la femina said…
melhor nem sequer dar possibilidade a que as dúvidas apareçam! é apenas um reconforto!
;)
At Setembro 05, 2005 1:57 PM,
sdfsfbsdfbsdfb said…
O que custa mais é quando nos colocam totalmente em causa, nós e tudo o que vivemos.
Não foi assim e tudo o que se viveu foi com intensidade. É verdade que terminou e que a mágoa agora impera, não censuro e percebo que é normal, mas sempre estive lá de alma & coração.
Aora há que ficar com as boas recordações e aprender com os erros... a ver vamos!...
Bjs.
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